... é criar laços de pronfunda estima. Há os laços conjugais. Duas histórias que se cruzam e passam a fazer caminhada comum: sonhos, projetos, mesmo teto, caixa comum. Na medida em que os laços se tornam mais fortes nasce a força do casal, a conjugalidade, que é maior do que o amor de cada um. Há laços de sangue com os filhos: laços viscerais, quase do instinto, fortíssimos. No rosto dos filhos os traços dos pais e neles os sonhos pensados e agora realizados. Há os laços de mútua responsabilidade: respeito, educação, solidariedade e afeto. Os mais frágeis da família recebem mais atenção. Há laços com as gerações precedentes, os avós que carregam as lembranças e sabedoria, gente que precisa também do olhar, do afeto e das atenções dos netos. Há laços com pessoas que foram nos acolhendo e dando a mão ao longo da vida. São laços fortes de uma amizade que é parentela.
Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM
freialmir@gmail.com

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